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Reserva de ETF que replica mercado de imóveis americano começa nesta segunda

O fundo ALUG11 passa a ter as cotas negociadas na B3 no dia 29 de outubro ao valor de R$ 50 cada.

Publicado em 11 por Castilho Imóveis

 

Pilhas de moedas ao lado de uma casa

 

Começa nesta segunda-feira (11) o período para reserva de cotas da primeira emissão do ALUG11, fundo de índice (ETF) que vai acompanhar a performance do mercado imobiliário americano.

O novo fundo replica o ETF VNQ (Vanguard Real Estate), que, por sua vez, está listado na Bolsa de Nova York (Nyse), com cerca de US$ 45 bilhões sob gestão.

A gestora do ALUG11 é a Investo, especializada em ETFs, e o custodiante é o BNP Paribas. De acordo com material publicitário sobre o fundo, o VNQ pagou um dividendo de 3,5% em 2020.

Como funciona o fundo

O ALUG11 tem 96% da sua carteira formada por Reit (Real Estate Investment Trusts), que são empresas donas de empreendimentos imobiliários geradores de renda que precisam seguir regras para se qualificar como Reit, como distribuir 90% da renda para os acionistas.

O ALUG11 passa a ter as cotas negociadas na B3 no dia 29 de outubro ao valor de R$ 50 cada, incluindo custos de estruturação, com taxa total consolidada de 0,60%.

Cronograma estimado da primeira emissão

11 de outubro – início de pedidos de compra de cotas

26 de outubro – encerramento dos pedidos

28 de outubro – data de liquidação financeira da primeira emissão

29 de outubro – data de início da negociação das cotas na B3

 

FONTE: INVESTNEWS.COM

O que é Evergrande, que pode quebrar e contagiar o mundo inteiro?

Publicado em 4 por Castilho Imóveis

 incorporadora chinesa está mergulhada em dívidas e risco de calote faz bolsas derreterem pelo mundo.

 

Evergrande deixou o mercado com os cabelos em pé. A segunda maior empresa do gigantesco mercado imobiliário chinês, e que já foi considerada a maior do mundo em valor de mercado em 2018, está à beira da falência e de repente o mundo está na beira de ser todo contagiado. Fundada em 1996 por Xu Jiaiyn, que já foi o homem mais rico da China, a companhia possui hoje, aproximadamente 300 bilhões de dólares em dívidas (1,6 trilhão de reais). Mas como isso aconteceu?

Segundo os analistas, dois fatores foram fundamentais. O primeiro é de ordem regulatória, após um aperto do governo chinês no setor para fazer frente à especulação imobiliária. O segundo é a própria desaceleração nas vendas de imóveis, explicada pelo movimento do governo e pela atividade econômica chinesa menor do que o esperado em função da variante delta.

Fato é que a dívida cresce a cada dia e a incorporadora corre contra o tempo para apresentar um plano de recuperação que evite um calote bilionário em instituições do mundo inteiro, como HSBCUBS e BlackRock. “Outro fator importante é o efeito contágio para outros setores da economia. Agora, o governo chinês tenta negociar com as instituições financeiras a viabilidade de prorrogação das dívidas da companhia e tentar, a curto prazo, evitar um provável colapso no sistema financeiro global”, avalia Túlio Nunes, especialista em finanças da Toro.

Para piorar, a crise desencadeia uma queda na  demanda chinesa por matérias-primas do setor de construção, como o aço. Se a China compra menos,  os preços das commodities despencam e, consequentemente, afeta receitas e resultados das empresas pelo mundo todo, sobretudo nos setores de minério de ferro e petróleo. O minério caiu quase 10% na China e o petróleo Brent negocia em queda de 2%. O temor de risco de contágiocresceu sobremaneira nesta segunda-feira e está derrubando os mercados pelo mundo todo. O Ibovespa caía 3% às 14h58. Em outras palavras, o mercado está aflito com a possibilidade de um calote estratosférico e aguarda, com preocupação, os próximos capítulos dessa história.

 

Fonte: VEJA.COM

FGTS aprova aumento no teto de imóvel do Casa Verde e Amarela

Publicado em 27 por Castilho Imóveis

 

O reajuste será de 10% empreendimentos dentro de capitais e regiões metropolitanas

Condomínio do Programa Minha Casa, Minha Vida, em Guadalupe, zona norte do Rio

A última alteração ampla nos tetos do programa aconteceu em fevereiro de 2017 (Tomaz Silva/Agência Brasil)

 

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta segunda-feira, 13, de forma unânime, uma reforma no Casa Verde e Amarela (novo nome do Minha Casa Minha Vida) para fazer frente à disparada da inflação das obras. O conselho aprovou um aumento generalizado nos valores máximos das casas e apartamentos comercializados dentro do programa habitacional.

O reajuste será de 10% empreendimentos dentro de capitais e regiões metropolitanas; 15% para cidades com 50 mil e 100 mil habitantes; e 10% para as localidades entre 20 mil e 50 mil habitantes. Já as cidades com menos de 20 mil habitantes não terão reajuste.

A última alteração ampla nos tetos do programa aconteceu em fevereiro de 2017. Depois disso, aconteceram apenas ajustes pontuais. A decisão do conselho curador do FGTS atendeu um pleito da indústria imobiliária, que passou a cancelar empreendimentos dentro do Casa Verde e Amarela alegando que as margens não ficavam mais de pé com a escalada dos custos dos materiais. O INCC acumulado dos últimos 12 meses chegou ao recorde de 17,3%.

O conselheiro Abelardo Campoy Dias, representante da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), disse durante o encontro que a medida atende apenas parcialmente o setor imobiliário, mas é considerada positiva. "Embora o reajuste não seja suficiente para cobrir a alta dos insumos, traz um certo equilíbrio e permite ao setor retomar projetos que tinham ficado inviáveis", avaliou. "Embora não atenda totalmente os anseios do setor da construção, ele é muito bem-vindo", acrescentou.

Na mesma reunião nesta segunda-feira, o conselho curador do FGTS também aprovou de forma unânime o aumento de 0,25% do subsídio concedido para diminuir o valor das prestações para os mutuários com renda familiar mensal de até R$ 2 mil, enquadrados no grupo 1 (antiga faixa 2 do Minha Casa Minha Vida).

O conselheiro Daniel Ferreira, representante do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), reconheceu que esse esforço do fundo na concessão do subsídio é pequeno para ajudar as famílias de baixa renda. "São pequenos acréscimos no desconto, então entendemos que estamos mantendo as condições de contratação."

Ainda assim, a ampliação desse subsídio a fundo perdido terá impacto na ordem de R$ 460 milhões sobre o FGTS considerando um aumento de 5% no volume total de contratações. Ferreira ponderou entretanto, que esse montante extra pode ser absorvido pelo próprio do FGTS sem seu orçamento anual entrar no vermelho nos próximos anos.

Essas medidas entrarão em vigor só em 2022. Após a publicação da resolução pelo colegiado, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) terá 30 dias para regulamentar as condições da proposta, e a Caixa Econômica Federal (que é o agente operador do programa) terá mais 30 dias para fazer suas regulamentações próprias. Por fim, os agentes financeiros terão mais 120 para adequarem os sistemas às novas regras.

 

FONTE: Exame.com

O que é registro de imóvel e como conseguir

Publicado em 20 por Castilho Imóveis

 

Para realizar o sonho de comprar um imóvel, é preciso se comprometer a investir um valor alto. Por isso, é uma transação que exige total segurança para que o sonho não se torne um pesadelo e o prejuízo seja enorme. O registro de imóvel se torna parte importante neste processo, já que é o documento que vai garantir a propriedade ao dono e evitar qualquer tipo de golpe. Saiba o que é, como conseguir e a importância do registro de imóvel.

O registro de imóvel é o documento que reúne todas as informações e confere a propriedade do local. “É o assento de nascimento do imóvel no qual constarão, além da indicação do cartório e sua localização, todas as informações do imóvel desde a abertura da matrícula, dentre eles o número da matrícula, a localização do imóvel, suas características, confrontações, logradouro, área, proprietário e sua qualificação, eventuais ônus/gravames sobre ele existentes, transferências de titularidade, dentre outras”, explica Raphaela Gonçalves, advogada especialista na área de Direito Imobiliário do escritório Da Fonte Advogados.

 

O documento serve para conferir ao titular o direito à propriedade e o conhecimento de terceiros sobre o fato. “Aqui vale a máxima ‘quem não registra não é dono’, e dela se extrai a importância do registro dos títulos aquisitivos para fins de efetiva transferência de titularidade. Aqueles que possuem escritura definitiva não registrada não são donos e podem sofrer as consequências negativas da ausência do registro”, ressalta a advogada.

Por isso, não se deve se preocupar apenas com a escritura, como acontece em muitos casos por conta das despesas na hora da compra. “Registrar um imóvel é de primeira necessidade, representa a maneira em que todos vão saber que o imóvel lhe pertence, evitando dor de cabeça e prejuízos futuros”, pontua Laudimiro Cavalcanti, diretor do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ).

Inclusive, é crucial fazer o registro de imóvel de imediato para evitar maiores transtornos na transação de compra e venda. “No cenário ideal, deve-se sair do ato da escritura que é lavrada em um cartório de notas e ir direto para o cartório de registro de imóveis. Infelizmente há casos de estelionatários que vendem o mesmo imóvel para dois compradores, causando prejuízos expressivos. O verdadeiro dono é quem registra primeiro e o registro deve ser feito pelo comprador”, afirma o diretor do Creci-RJ.

Fonte: Zap Imóveis

 

 

Quanto custa morar sozinho? 5 dicas para organizar as finanças

Publicado em 13 por Castilho Imóveis

 

Tomar a decisão de morar sozinho é um salto importante. E, para além de cortar os laços familiares de dividir o mesmo teto, é também uma situação que envolve questões práticas, sendo a principal delas a financeira. Engana-se quem pensa que, para morar sozinho, basta pagar o aluguel. Outros custos estão envolvidos e, se não fizer bem os cálculos, vai acabar se endividando. Afinal de contas, quanto custa morar sozinho? Confira cinco dicas para organizar as finanças e dar esse importante passo.

 

É importante listar todos os gastos porque o aluguel não é o único custo de morar sozinho

1 – Mapear gastos

O primeiro passo é mapear os gastos. “Deve-se pensar se vai dividir o apartamento, caso isso se encaixe no orçamento, ou se vai morar sozinho. Isso vai impactar diferentemente no orçamento porque, se não vai dividir as contas, vai aumentar o montante”, explica Arthur Lemos, especialista em educação financeira e professor do PieR de Negócios.

2 – Custos

O custo nunca é só aluguel. “Tem energia, em alguns lugares tem cobrança de água por fora, condomínio, internet e tudo para mobiliar”, detalha Arthur. A localização também influencia no valor. “Vai ser um imóvel próximo do trabalho ou faculdade? Aí tem o custo de transporte e alimentação”, complementa. 

3 – Rede de apoio

Outro fator é se os custos serão arcados sozinhos ou se haverá apoio financeiro. “Outra definição é se vai assumir os custos sozinho ou se vai ter ajuda de alguém da família, como, por exemplo, pai, mãe ou outro familiar que ajude de alguma forma”, pontua o professor.

4 – Reserva

A próxima etapa é preparar uma reserva financeira. “Nunca é indicado ir morar sozinho sem ter reserva de pelo menos três meses. Se algo acontece, como perda do emprego ou qualquer empecilho, deve-se ter reserva financeira para cobrir de três a seis meses até que consiga se recolocar profissionalmente, sem entrar num processo de endividamento. Também entra na lista da reserva cobrir eventuais gastos porque às vezes quebra um eletro, algo na casa, ou algo sai do planejado e ter essa reserva ajuda muito”, ressalta Arthur. 

5 – Controle

É essencial ter controle dos gastos mensalmente. “O orçamento financeiro deve ser feito em planilha, aplicativo ou anotações. Precisa saber quais custos fixos e variáveis e quanto entra para a conta fechar. Precisa gastar menos do que ganha porque se esse padrão de vida começa diferente do que ganha, é dívida na certa. Deve-se ter controle desde o princípio. Quanto ganha, quanto gasta e esse saldo ser aplicado na reserva financeira”, conclui.

Fonte: Zap Imóveis

 

 

Crédito imobiliário da Caixa bate recorde em agosto

Publicado em 6 por Castilho Imóveis

Imóvel

O crédito imobiliário da Caixa Econômica Federal bateu recorde em agosto.

O banco, que concentra cerca de dois terços do crédito para o setor em todo o país, registrou a contratação de cerca de R$ 14 bilhões no mês passado, alta de 33,3% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Este foi o maior volume de empréstimos imobiliários da instituição financeira em um único mês.

O recorde anterior havia sido registrado em junho deste ano, quando as contratações haviam alcançado R$ 13,1 bilhões.

A maior parte dos empréstimos imobiliários em agosto foi contratada com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que totalizou cerca de R$ 9 bilhões em agosto, com alta de 70,1% em relação a agosto de 2020.

Destinado a famílias com renda mensal a partir de R$ 5 mil, o SBPE financia a compra de até 80% do valor do imóvel, com 35 anos para pagar.

Na comparação com 2019, a alta é ainda maior.

O volume de contratações cresceu 208,5% em relação a agosto do ano retrasado. Os empréstimos com recursos do SPBE saltaram 301,7% na mesma comparação.

Com o resultado de agosto, a Caixa emprestou R$ 91,1 bilhões no crédito imobiliário a cerca de 1,6 milhão de mutuários em 2021.

No ano, o banco financiou 406 mil novas unidades habitacionais e 1.633 novos empreendimentos, alta de 21,1% em relação aos oito primeiros meses de 2020.

Com 67% de participação no crédito imobiliário, a Caixa é líder na concessão de crédito para o setor no país.

A carteira de crédito habitacional, que registra todos os empréstimos em estoque, soma R$ 534,6 bilhões e 5,7 milhões de contratos assinados.

 

 

O tempo gasto pelo brasileiro à procura de imóvel para compra ou aluguel

Publicado em 30 por Castilho Imóveis

 

Segundo pesquisa, 15% dos compradores levam mais de um ano para achar moradia ideal

Segundo uma pesquisa do DataZap+, contudo, a maioria das pessoas consegue terminar o processo de escolha da casa ideal e a conclusão da burocracia para a mudança em um prazo mais curto.

Apesar da pandemia da Covid-19, o mercado imobiliário está passando por um período de aquecimento. O senso comum diz que a busca pelo imóvel ideal, seja para compra ou locação, pode ser demorada e um tanto frustrante. 

Segundo uma pesquisa do DataZap+, contudo, a maioria das pessoas consegue terminar o processo de escolha da casa ideal e a conclusão da burocracia para a mudança em um prazo curto. 

De acordo com o levantamento, 57% das pessoas que buscam imóveis para alugar concluem o negócio em menos de um mês. Outras 21% demoram um ou dois meses para finalizar a jornada. Para outros 10%, o tempo decorrido é de três a seis meses. 

Entre os que estão à procura de imóveis para a compra, o tempo para a conclusão dos trâmites é um pouco maior.

Dos entrevistados, 23% levam de um a dois meses para finalizar a compra da casa ideal. O percentual é o mesmo para aqueles que gastam de três a seis meses para finalizar tudo. 

Um grupo de 15% demora mais de um ano para concluir a jornada de compra do imóvel ideal. 

A pesquisa foi feita entre os dias 1º e 15 de junho por meio de questionários com 1.506 usuários dos portais imobiliários Zap Imóveis e Viva Real. 

 

 

FONTE:VEJA

 

Por que ainda é uma boa hora para comprar um imóvel no país

Publicado em 23 por Castilho Imóveis

Apesar da alta dos preços e da taxa Selic, vendas e lançamentos estão em nível recorde, e os juros do crédito habitacional são os mais baixos da história.

 

Costuma-se dizer que o mercado imobiliário é cíclico. O brasileiro que compra ou vende um imóvel está diante de um novo ciclo de aumento nos preços. A alta chegou a 5,13% nos 12 meses encerrados em julho, segundo o Índice FipeZap. Em capitais das cinco regiões do país (de Brasília e Curitiba a Manaus, Vitória e Maceió, entre outras), o aumento anual do preço médio do metro quadrado supera 10%, acima, portanto, até da inflação ao consumidor (8,99%).

A boa notícia é que os juros do crédito habitacional seguem nos menores patamares da história, a despeito da elevação gradual da taxa Selic, e compensam esse impacto quando o consumidor faz as contas e toma a decisão de comprar um imóvel.

 

 FONTE: EXAME.COM

Condomínios: dicas para evitar as multas

Publicado em 16 por Castilho Imóveis

 

Condomínios: dicas para evitar as multas

 

São diversos os motivos que podem acarretar a cobrança de multas em um condomínio: excesso de barulho, falta de responsabilidade com pets, desrespeito ao uso das vagas de garagem, falta de pagamento da cota condominial, entre outros. Pensando nisso, Acácio Carvalho, CEO da Pagcondomínio, plataforma que viabiliza o pagamento dos condomínios via cartão de crédito, aponta algumas dicas para evitar, por exemplo, as multas por atraso na taxa condominial da maneira mais assertiva e planejada possível.

Em primeiro lugar, seja franco

Honestidade é fundamental em todos os âmbitos da vida e a primeira dica de Carvalho aborda este aspecto. “Todo mundo tem problemas. A diferença está na forma como conseguimos encará-los. Assim, a primeira dica é: converse de maneira clara e franca com o seu síndico. Esse caminho pode parecer inviável num primeiro momento – já que temos o costume de encarar esse profissional como um verdadeiro carrasco. Mas a verdade é que, muitas vezes, com um bate-papo honesto, conseguimos entrar em um acordo que seja bom para ambas as partes”, orienta o CEO da Pagcondomínio.

Priorize a organização

“Para ter um controle maior sobre o dinheiro que entra e o que sai, uma saída é apostar em planilhas de gastos bem incrementadas. Detalhe tudo o que você recebe e cada uma das suas despesas – sempre acompanhados das respectivas datas. Vale até adicionar lembretes no celular. Nas tabelas, não deixe de fora nem um centavo – você vai ver como, no fim do mês, o esforço terá valido a pena”, finaliza Carvalho.

Resumindo, apostar sempre na honestidade e buscar ferramentas para uma organização assertiva e que seja resultado de um bom planejamento, são as melhores formas de conseguir passar longe das multas por atraso no condomínio e desfrutar do seu lar sem aborrecimentos e cobranças indesejadas.

FONTE: MERCADOIMOBILIARIO.NET

Consórcio de imóveis registra crescimento de quase 70%

Publicado em 09 por Castilho Imóveis

 

    Mesmo com a pandemia, os financiamentos imobiliários têm registrado números expressivos. Para se ter ideia, a expectativa da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) é chegar a quase R$ 170 bilhões na concessão de empréstimos habitacionais este ano. Além do crédito para compra da casa própria, o consórcio de imóveis também registrou de janeiro a maio crescimento nos indicadores de adesão: 68,5% de avanço nas vendas de novas cotas e 91,6% nos de negócios concretizados, reafirmando o grande interesse dos consumidores na formação ou ampliação patrimonial como verdadeiro investimento econômico. Para se ter ideia, a modalidade já conta com mais de 1 milhão de participantes ativos no país.

    Ao analisar o comportamento das vendas de novas cotas de imóveis em maio, com 41,89 mil, em relação ao mesmo mês do ano passado, (17,31 mil), observou-se aumento de 142%. Na comparação com janeiro e abril deste ano, com 32,39 mil e 38,08 mil, respectivamente, verificaram-se crescimentos de 29,3% e 10%. Os números são da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). O sistema de consórcio não cobra juros e nem tem o famoso saldo devedor. As despesas são a taxa de administração, seguro e fundo de reserva. Já as parcelas e o valor da carta de crédito são corrigidos anualmente. Neste último caso, a medida garante o poder de compra quando o consorciado é sorteado ou dá o lance, utilizando recursos próprios ou o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Vale lembrar que para usar o dinheiro da conta vinculada do trabalhador é preciso cumprir as exigências do Conselho Curador do FGTS para liberação do recurso, como não ter imóvel próprio e ter pelo menos três anos de carteira assinada consecutivos ou não.

FGTS: mais de R$ 70,28 milhões

    Outro dado interessante do balanço da Abac é que as 35,39 mil contemplações, acumuladas de janeiro a maio, foram potenciais compradoras de 9,6% do total de 367,18 mil imóveis comercializados no período, incluindo os consórcios, conforme dados divulgados pela Abecip. E para fechar o levantamento da entidade, nos cinco primeiros meses do ano, 1.429 consorciados-trabalhadores, participantes dos grupos de consórcios de imóveis, utilizaram parcial ou totalmente seus saldos nas contas do FGTS para pagar parcelas, ou quitar débitos, bem como ofertar valores em lances ou complementar créditos, somando acima de R$ 70,28 milhões, de acordo com a Caixa. Atualmente, todos os bancos oferecem o consórcio imobiliário, além das administradoras autorizadas pelo Banco Central.

 

FONTE: MERCADOIMOBILIARIO.NET

 

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Preço dos imóveis: alta acelera e tem maior avanço desde 2014

Publicado em 02 por Castilho Imóveis

Imóveis

No entanto, variação do preço dos imóveis segue abaixo da inflação.

 

A alta do preço dos imóveis acelerou em junho para 0,57% – um avanço em relação aos 0,48% de maio e 0,3% em abril. Com isso, o valor médio da venda de casas e apartamentos registrou a maior alta mensal desde agosto de 2014. É o que aponta pesquisa FipeZap divulgada nesta terça-feira (6).

O valor médio entre as 50 cidades pesquisadas ficou em R$ 7.655 por metro quadrado. Apesar do avanço, o preço dos imóveis ainda segue abaixo da inflação.

No acumulado do ano, a alta nos preços é de 2,17% – contra a expectativa do mercado de 3,82% para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A variação representaria então uma queda real de 1,58% no preço dos imóveis.

Em 12 meses, a alta do preço dos imóveis também fica abaixo da inflação: 4,76%, contra previsão de 8,4% do IPCA para o mesmo período. Isso representa uma queda do preço dos imóveis de 3,36% em termos reais.

preço médio de venda dos imóveis em 2020 teve alta de 3,67%, o maior avanço em 12 meses desde julho de 2015, com 4%.

 

FONTE: INVESTNEWS

 

4 erros para evitar na entrega das chaves

Publicado em 26 por Castilho Imóveis

 

Encontrar o imóvel dos sonhos, seja novo ou usado, é uma conquista especial. Mas é preciso cuidado para que esse momento não se torne um pesadelo. Alguns erros podem ser evitados com atitudes simples e listamos quatro importantes para não ter problemas na hora da entrega das chaves.

O primeiro ponto é que não ter um profissional acompanhando o processo pode acarretar em um desgaste desnecessário. Principalmente porque a aquisição de um imóvel é um procedimento complexo. “Ele demanda uma análise documental completa. Diante desse cenário é indispensável procurar um corretor de imóveis na aquisição. Trata-se do profissional qualificado para intermediar a negociação com segurança e credibilidade em todas as etapas”, explica Laudimiro Cavalcanti, diretor do Creci-RJ. 

 

Análise dos documentos para entrega das chaves

Análise dos documentos deve ser criteriosa e profissional pode ajudar no acompanhamento

 

Não avaliar de forma criteriosa a condição do imóvel é outro erro que pode ser cometido. “No caso de imóveis usados, deve-se elencar todos os itens que permanecerão no imóvel após a concretização da negociação e a entrega das chaves. No caso de imóveis novos é importante se atentar ao memorial descritivo, documento obrigatório na aprovação do projeto que especifica o acabamento, a metragem e as características da unidade imobiliária”, detalha. “Quando não se dá a devida importância para esse documento, é possível identificar, após a entrega das chaves, diferenças no acabamento, gerando reclamações e ações judiciais”, complementa.

Uma vistoria, quando não é bem feita, também pode acarretar em problemas e alguns pontos não devem deixar de ser observados. “Os pontos observados durante a vistoria para receber as chaves são vários. É comum acontecer de portas e janelas estarem empenadas, deve-se abrir e fechar todas mais de uma vez; verifique se tem algum piso solto ou mal colocado; abra todas as torneiras; verifique as descargas; confira todos os pontos de luz e a parte hidráulica, sinais de rachadura, tudo isso terá que ser analisado com atenção”, enumera.

A vistoria é também importante para identificar qualquer necessidade de reparo e, neste caso, não estabelecer as regras para a realização do conserto pode gerar transtornos. “Isso é importante principalmente quando falamos em imóveis usados, que já sofreram desgaste natural devido ao tempo de uso. É preciso conferir se o que foi negociado condiz com o que está sendo entregue, estabelecendo como serão feitos os reparos. É necessária a negociação com o vendedor sobre como será esse ajuste, devendo ser descrito em um documento os detalhes do acordo e de como ele será realizado”, sugere.

FONTE: ZAP IMÓVEIS

 

 

Eztec, MRV e Tenda: veja a ação com maior potencial de alta (e qual você deve evitar)

Publicado em 19 por Castilho Imóveis

MRV

No topo: ação da MRV apresenta o maior potencial de alta (Imagem: MRV/Linkedin)

   Três das maiores incorporadoras listadas na Bolsa divulgaram suas prévias operacionais do segundo trimestre nos últimos dias: Eztec (EZTC3), MRV (MRVE3) e Tenda (TEND3). Como era de se esperar, os analistas se debruçaram sobre os números para determinar quem se deu melhor e, por tabela, pode oferecer a maior alta para os investidores.

Veja, a seguir, o que a Ágora Investimentos e o Banco Inter acharam do desempenho das três e o que aconselham a fazer com suas ações.

Eztec

  Gustavo Caetano, que assina o relatório do Inter Research, destaca a recuperação da Eztec, ante o primeiro trimestre. “Embora ainda esteja distante do seu histórico de vendas, a companhia demonstrou evolução marginal nas vendas líquidas e acelerou o volume de lançamentos, em ritmo que torna viável o cumprimento do seu guidance para o biênio 20-21”, afirma.

    Já Bruno Mendonça e Wellington Lourenço, da Ágora, mostram preocupação com o gargalo de aprovações de novos empreendimentos. “A velocidade das vendas é algo a se observar: o compromisso da Eztec em fornecer uma margem bruta otimizada significa que provavelmente irá extrair prêmios de preço de seu pipeline de alta renda, muitas vezes às custas de suas vendas.”

 

As recomendações da Ágora e do Inter para as empresas

   

Empresa Código Ágora Inter Research
Eztec EZTC3 Neutra Compra
MRV MRVE3 Compra na
Tenda TEND3 Compra Compra

MRV

Apenas a Ágora se manifestou sobre a prévia operacional da MRV. Para a gestora, os resultados reforçam a avaliação de que, “embora o lado operacional da MRV de sua operação no Brasil seja sólido – vemos a empresa atingindo aproximadamente R$ 7 bilhões em lançamentos e cerca de R$ 6 bilhões em vendas em 2021 -, sua margem bruta deve ficar abaixo de seus pares em 2021.”

A estimativa da dupla de analistas da Ágora é que a margem bruta da MRV fique em 28%, ante a média de 34% de suas rivais. Com o cenário interno ainda incerto, as esperanças de melhora estão com a AHS, o braço da MRV nos Estados Unidos.

Tenda

A prévia da Tenda surpreendeu o Banco Inter, que esperava números menores. Para a instituição, isso reforça a avaliação de que a companhia apresentará um desempenho “sólido” neste ano.

Quanto cada papel pode subir

Empresa Preço-alvo Ágora (R$) Upside (%)* Preço-alvo Inter (R$) Upside (%)*
Eztec 45 48,5 44 45,2
MRV 28 73,5 na na
Tenda 36 40,5 35 36,5

*sobre a cotação de fechamento das ações de 16 de julho.

   

   “Devido à folga de seu preço médio nas tabelas do PCVA [Programa Casa Verde-Amarela] e demanda aquecida, a companhia mantém seu cronograma de lançamentos e continua com boa resiliência nas vendas, apesar do processo de reajuste gradual de preços em vigor devido à escalada dos insumos”, afirma o Inter.

   A Ágora também ficou satisfeita com os números. “A Tenda apresentou uma sólida prévia operacional para o trimestre, com lançamentos e vendas batendo novos recordes, enquanto a empresa conseguia elevar os preços de venda, amenizando o peso dos maiores custos de construção”, observa.

 

FONTE: MONEYTIMES

 

 

FipeZap: imóveis registram em junho maior alta de preço desde 2014

Publicado em 12 por Castilho Imóveis

 

O balanço parcial do primeiro semestre de 2021 aponta alta nominal de 2,17%. Em12 meses, o avanço nominal foi de 4,76%.

Vila Nova Conceição; Casas; Prédios; Jardins

   O mês de junho teve a maior alta no preço médio nas vendas de imóveis residenciais desde de agosto de 2014, de 0,57%, quando o crescimento médio mensal ficou em 0,68%. Nos meses anteriores, conforme o Índice FipeZap, o porcentual ficou em 0,48%, em maio, e 0,30%, em abril. A pesquisa é realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) com base nos anúncios de imóveis em 50 cidades.

   

   O índice mostrou que Manaus teve a maior elevação (2,14%) no preço médio do último mês, seguido de Vitória (1,60%), Brasília (1,49%), Curitiba (1,47%), Goiânia (1,40%), Florianópolis (1 26%), Maceió (0,81%), Fortaleza (0,72%) e Porto Alegre (0,64%). Das 16 capitais monitoradas, 15 apresentaram crescimento. São Paulo apresentou ganho de 0,40%, superando a variação no Rio de Janeiro (0,15%). Campo Grande foi a única exceção, onde a variação registrada foi de queda de 0,94%.

  O balanço parcial do primeiro semestre de 2021 aponta ainda para alta nominal de 2,17% no período. O índice é inferior à inflação de 3,82%, registrada neste intervalo de tempo, conforme o comportamento observado e esperado pelo IPCA/IBGE. A informação foi publicada no Boletim Focus do Banco Central do Brasil nesta segunda-feira (5).

  Se considerados os últimos 12 meses, o avanço nominal foi de 4,76%. Por outro lado, houve queda de 3,36% em termos reais, se comparado com a inflação acumulada (+8,40%). Neste balanço parcial do último ano, todas as 16 capitais monitoradas apresentaram crescimento no preço médio.

  Em relação ao preço médio de venda residencial, o Rio de Janeiro liderou o preço mais caro entre as capitais brasileiras, no último mês: R$ 9.545/m2. seguida por São Paulo (R$ 9.529/m2) e Brasília (R$ 8.336/m2). Entre as 16 monitoradas com menor valor médio de venda residencial, incluem-se: Campo Grande (R$ 4.327/m2), João Pessoa (R$ 4.692/m2) e Goiânia (R$ 4.721/m2). No geral, o custo médio das 50 cidades monitoradas pela FipeZap foi calculado em R$ 7.655/m2.

  O levantamento destaca as altas acumuladas em 12 meses em Maceió (+14,27%), Vitória (+13,30%), Manaus (+13,29%), Curitiba (+11 08%), Brasília (+10,48%), Florianópolis (+9,47%), Goiânia (+9 22%) e João Pessoa (+8,89%). Em São Paulo e no Rio de Janeiro, por sua vez, os resultados acumulados foram de aumento de 4,41% e 2,29%, respectivamente.

  

FONTE: INVEST.EXAME

 

Guerra de lances marca boom de mercado imobiliário global

Publicado em 05 por Castilho Imóveis

 

Os preços globais sobem no ritmo mais rápido desde 2006, segundo a Knight Frank, com aumentos anuais de dois dígitos

  Os mercados imobiliários passam por um momento frenético ao redor do mundo.Em países como Estados Unidos, Reino Unido e China, o setor imobiliário desfruta de uma expansão prolongada.

  Os preços globais sobem no ritmo mais rápido desde 2006, segundo a Knight Frank, com aumentos anuais de dois dígitos. Mercados muito caros enviam alertas de bolha que não eram vistos desde o período anterior à crise financeira, segundo análise da Bloomberg Economics.

  Há histórias de todo tipo, com compradores desesperados prometendo dar o nome dos vendedores aos primogênitos e edifícios abandonados vendidos por preços de mansões.

    Os fatores para a onda são notavelmente consistentes: hipotecas baratas, um desejo pós-pandêmico por mais espaço, novos trabalhadores remotos levando dinheiro das cidades para localidades regionais e, principalmente, um temor generalizado de que, se a compra não for feita agora, nunca mais será possível.

  Com os preços em alta, também aumentam os riscos para indivíduos e para a sociedade. Mesmo sem um colapso iminente, hipotecas de alto valor podem deixar os compradores vulneráveis se as taxas de juros subirem, com menos renda disponível para gastar na economia em geral e com maior probabilidade de se aposentarem endividados. Para os mais jovens, a compra de um imóvel é cada vez mais difícil, ampliando ainda mais a desigualdade intergeracional. 

    Embora reguladores comecem a ficar nervosos, há poucos sinais de ação significativa na maioria dos países. Eles esperam que o mercado comece a esfriar sozinho, argumentando que, devido ao foco de uma década em padrões de crédito mais elevados, combinados com a perspectiva de taxas de juros baixas por um período prolongado, não há um gatilho óbvio para um crash. Grande parte da atividade também está sendo impulsionada por proprietários que planejam morar nas residências, que normalmente não fogem ao mesmo tempo se os preços começarem a cair, como acontece com investidores.

Disputa na Austrália

  Não tinha cozinha, banheiro ou eletricidade, muito menos piso ou pintura. Ainda assim, a casa quase abandonada, a cerca de sete quilômetros ao sul do centro da cidade de Sydney, foi vendida por 4,7 milhões de dólares australianos (US$ 3,5 milhões) após uma guerra de lances.

  É apenas mais uma venda surpreendente na cidade portuária, onde mais da metade dos imóveis vendidos este ano valiam pelo menos 1 milhão de dólares australianos e os ganhos trimestrais até maio foram os maiores em mais de 30 anos. Os preços dos imóveis subiram 1.263 de dólares australianos por dia em maio, enquanto o mercado imobiliário da Austrália acabou de encerrar o melhor ano fiscal desde 2004, segundo números divulgados na quinta-feira.

“Estou neste setor há 25 anos e nunca vi nada parecido”, disse o corretor Joe Recep, da NG Farah Real Estate. “Recebemos 30 mil consultas sobre a propriedade em quatro semanas - dos Emirados Árabes Unidos, Dubai, EUA, Nova Zelândia e de todos os países asiáticos.”

  É o segmento top que puxa o mercado. Compradores que voltaram do exterior com os bolsos cheios e residentes ricos presos no país pelas fronteiras fechadas da Austrália estão dispostos a pagar quantias exorbitantes por um estilo de vida invejável.

FONTE: EXAME.COM

Por que o mercado imobiliário tem reagido tão bem à pandemia?

Publicado em 21 por Castilho Imóveis

 

Crédito imobiliário acessível e aprendizados da crise de 2014 conseguiram manter o setor aquecido, segundo a presidente da Abecip.

O ano de 2020 começou com altas expectativas para quem trabalha ou investe no mercado imobiliário. Após anos de resultados oscilantes, 2019 tinha se provado um período de ótimos resultados. Nos doze meses seguintes, essa tendência tinha tudo para se fortalecer – e aí veio a pandemia de coronavírus.

E qual foi a grande surpresa? Mesmo em meio à quarentena, ao isolamento social e às incertezas políticas e econômicas, o mercado imobiliário cresceu e segue batendo recordes de vendas e financiamentos imobiliários, mês após mês.  

Segundo projeções da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), o setor deve fechar este ano com crescimento de 34% em relação ao ano anterior, um feito e tanto perante o cenário nacional.

Para Cristiane Portella, presidente da Abecip, os sinais de retomada vêm desde 2018, e os planos para sustentá-la já continham os principais aprendizados da grande crise iniciada há seis anos. “A crise de 2014 – quando tivemos excesso de oferta, muitas pessoas comprando imóvel na planta e que depois precisaram vendê-los, excesso de lançamentos das incorporadoras – ensinou muito aos envolvidos“, lembra.

O que a pandemia fez, então, foi dar um susto no mercado entre março e abril, forçando-o a pausar em maio e junho para reajustar as velas e alterar o que fosse preciso – por exemplo, ao flexibilizar ou adiar o pagamento das parcelas de financiamentos. “A partir de julho e agosto, houve um crescimento ainda mais significativo, um acumulado anual de 40% em relação ao ano anterior. Superou o que se esperava”, diz. 

A sensação de otimismo é apoiada por frequentes notícias positivas como: aumento no preço médio de venda de apartamentos (+2,31% em 2020); aumento de 9% no número de imóveis vendidos entre julho de 2019 e julho de 2020 (mais de 125 mil unidades); e alta histórica de financiamentos contratados em agosto de 2020 (R$ 11,7 bilhões, o maior valor desde 1994). 

 

FONTE: LOFT

 

Caixa anuncia que clientes podem pausar financiamento imobiliário.

Publicado em 21 por Castilho Imóveis

 

  A Caixa Econômica Federal anunciou, uma nova rodada de flexibilizações no pagamento do financiamento imobiliário, do qual é líder no Brasil, em meio à pandemia de covid-19. Para aqueles que recebem auxílio emergencial ou seguro-desemprego, o banco vai oferecer uma pausa no pagamento das prestações de até seis meses, informou o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

  “Conversando com os clientes, decidimos oferecer uma pausa de até seis meses para quem recebe auxílio emergencial e seguro-desemprego”, evidenciou o executivo.

  Para o público em geral, a Caixa vai oferecer, conforme Guimarães, o pagamento parcial da prestação do financiamento imobiliário. Será uma redução de até 25% da parcela por até seis meses; de 25% a 74,99% na prestação por até três meses ou uma diminuição de mais de 75% para aqueles que comprovarem perda de renda, casos estes que passarão pelo crivo do banco público.

  

  Os pedidos de pausa e redução das parcelas do financiamento imobiliário devem ser feitos, de acordo com Guimarães, pelo aplicativo do banco público. O executivo participou nesta segunda de evento online sobre resultados e novas medidas do crédito imobiliário e anúncio do Feirão Digital da Casa Própria.

 

Feirão de imóveis será digital

  A Caixa também anunciou a realização do 1º feirão da casa 

própria no formato digital. O evento, tradicional na história do banco, ocorrerá entre os dias 25 de junho e 4 de julho, e deve contar com mais de 600 construtoras participantes. “A expectativa é emprestarmos R$ 1,2 bilhão em dez dias”, afirmou Guimarães.

  Serão oferecidos 180 mil imóveis em todo o Brasil. Desses, 6 mil pertencem à Caixa e terão condições especiais. O banco público anunciou que financiará 100% do valor desses imóveis, que foram retomados após não terem o crédito imobiliário anterior honrado. Somente essa fatia, conforme Guimarães, pode responder por R$ 210 milhões do montante que a Caixa pretende emprestar no feirão.

  A última edição do feirão ocorreu em 2019, antes da pandemia. No ano passado, uma ação chegou a ser prevista, também digital, mas não avançou, com a Caixa debruçada no pagamento do auxílio emergencial.

  Antes, o feirão era custeado 100% pelo banco público e as construtoras apenas atuavam como participantes para venderem seus imóveis. Desde 2019, o banco estatal passou o evento (e os custos) às construtoras e se tornou somente patrocinador da ação.

  

Aumento na carteira de crédito imobiliário – financiamento imobiliário

  A Caixa detinha uma carteira de crédito imobiliário de R$ 523 bilhões até maio, um aumento de 9,1% em relação mesmo período do ano passado, segundo Guimarães. O banco somou 5,76 milhões de contratos de financiamento da casa própria de janeiro a maio, com avanço de 5,4% na mesma base de comparação. Com isso, a Caixa fica com uma fatia de 68% do mercado imobiliário brasileiro. financiamento imobiliário

  “Temos R$ 52,4 bilhões em crédito imobiliário contratado até maio, um crescimento de 41,4% em relação aos cinco primeiros meses do ano passado. Vamos superar a contratação de 2020, que já foi um ano recorde”, disse Guimarães.

  

  Ele reafirmou o compromisso de abrir 130 novas agências do banco até dezembro de 2021. Nesta segunda, ele está na Bahia para a abertura de uma unidade, a segunda em quatro dias.

Fonte: Estadao

 

 

Custos da construção sobem 1,78% em maio, aponta IBGE

Publicado em 14 por Castilho Imóveis

 

Cimento-Construção Civil

Segundo o IBGE, o custo nacional da construção por metro quadrado passou, em maio, para R$ 1.387,73, ante os R$ 1.363,41 registrados em abril. (Imagem: REUTERS/Washington Alves)

 

   O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) fechou o mês de maio com alta de 1,78%, ficando 0,09 ponto percentual abaixo do registrado em abril, quando o indicador subiu 1,87%.

   Os dados foram divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

   No acumulado de 12 meses, a taxa subiu 18,18%, a maior alta da série histórica, ficando acima dos 16,31% registrados nos 12 meses anteriores. De janeiro a maio, o acumulado ficou em 8,71%. Em maio do ano passado, o Sinapi fechou em 0,17%.

   Segundo o IBGE, o custo nacional da construção por metro quadrado passou, em maio, para R$ 1.387,73, ante os R$ 1.363,41 registrados em abril. Desse valor, R$ 810,08 são relativos aos materiais e R$ 577,65 à mão de obra.
 
   Os dados mostram que os materiais ficaram 2,66% mais caros, uma queda de 0,48 ponto percentual em relação ao mês anterior, quando a taxa fechou em 3,14%.
 

   Na comparação com maio de 2020, houve aumento de 2,47 pontos percentuais. O gerente do Sinapi, Augusto Oliveira, explica que a alta nos materiais foi registrada em todo o país, puxada pela influência do aço.

“Houve alta generalizada nos preços dos materiais em todo o país, sobretudo na Bahia, que teve a maior alta, 4,94%. Os materiais também apresentam o maior índice acumulado dos últimos 12 meses de toda a série histórica, 31,58%. Dentre eles, aqueles que têm aço como matéria prima de produção continuaram com forte influência, já evidenciada em meses anteriores. Estamos trocando meses com variações baixas no ano passado por variações altas em 2021.”

   A parcela referente à mão de obra subiu 0,58%, influenciada pelos dissídios coletivos que foram homologados no mês no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. O índice ficou 0,40 ponto percentual acima do registrado em abril (0,18%) e 0,44 ponto percentual maior na comparação com maio de 2020 (0,14%). No acumulado de 12 meses, a mão de obra subiu 3,44%.

 

Índices regionais

   Por regiões, o Sudeste registrou alta na parcela dos materiais em todos os estados e fechou maio com a maior variação regional, de 2,07%. Na Região Norte, o Sinapi do mês ficou em 1,16%, no Nordeste em 1,90%, Sul com 1,14%, e no Centro-Oeste construir está 1,69% mais caro.

  Por metro quadrado, os custos ficaram em R$ 1.367,38 na Região Norte, R$ 1.318,11 no Nordeste, R$ 1.441,87 no Sudeste, R$ 1.438,67 no Sul e R$ 1.352,93 no Centro-Oeste.

  A maior variação entre os estados foi registrada no Rio de Janeiro, com alta de 3,73%, seguido da Bahia (2,95%) e Mato Grosso (2,66%).

 

FONTE: MONEYTIMES

 

 

Após recorde histórico, aumento de custos ameaça ritmo da construção civil.

Publicado em 6 por Castilho Imóveis

 

Benx

 

A Benx Incorporadora bateu todos os seus recordes de vendas, no ano passado, e estima que vai bater novos recordes neste ano quando deve fechar vendas de 1,7 bilhão de reais em lançamentos de imóveis residenciais e de escritórios.

Mas o diretor da empresa, Luciano Amaral, diz que está muito preocupado com a variação brusca de preços de materiais da construção civil como aço, cobre, PVC e alumínio.

Nos três primeiros meses, a variação do preço de alguns insumos chegou a 30% e a empresa já está revendo planilhas e prevê aumento de preços no próximo ano. “Para este ano estamos bem posicionados, mas já estudamos reformular produtos e notamos que alguns terrenos se tornam inviáveis”, diz Amaral. “Novas aquisições só se viabilizam com preço novo”. 

Amaral diz que o ritmo da construção civil também poderá ser afetado e diz que já afetou a faixa econômica, como imóveis da Casa Verde Amarela que tem limites de preço. 

 

 FONTE: VEJA

 

 

 

Cresce a preferência por casas entre os que buscam imóveis residenciais.

Publicado em 31 por Castilho Imóveis

 

 O home office tem alterado o estilo de vida dos brasileiros. Este modelo de trabalho adotado por muitas empresas no momento de isolamento social também anda influenciando a busca de imóveis, pois é possível que ele se mantenha mesmo após o retorno à normalidade. Esta é a percepção da 4ª rodada da “Pesquisa da Influência do Coronavírus no Mercado Imobiliário Brasileiro” realizada pela DataZAP, braço de inteligência imobiliária do ZAP+, que viu crescer a preferência por casas.

 As mudanças nas características de moradia apontadas como mais importantes na 3ª e 4ª ondas, realizadas respectivamente em junho de 2020 e março de 2021, mostram que o interesse por casas aumentou de 38% para 45%, enquanto o desejo por imóveis próximos do local de trabalho caiu de 48% para 41%. 

Gráfico mostra o aumento na preferência por casas

  Para Edivaldo Constantino, economista do DataZAP, em parte, esses dados ilustram o novo cotidiano das pessoas. “Ao passo que a recomendação sanitária ainda é sair o mínimo possível de casa, o espaço precisou se adaptar aos longos períodos vividos dentro dela, o que fortaleceu a preferência por ambientes mais amplos e que permitam o trabalho remoto”, explica Edivaldo.

 

FONTE: REVISTA ZAP IMÓVEIS

 

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